Memorial JK
Mausoléu projetado por Oscar Niemeyer para guardar os restos mortais de Juscelino Kubitschek e preservar sua memória. Possui auditório e uma biblioteca com três mil volumes que pertenceram ao ex-presidente. Tem exposição permanente de objetos pessoais e fotos do fundador de Brasília, além do carro que ele estava, quando sofreu o acidente que o vitimou. No dia 17 de abril de 1980, em ato solene que contou com a presença do povo e do mundo oficial, é lançada a pedra fundamental do Memorial JK. No dia 12 de setembro de 1981, inaugura-se oficialmente o Memorial. Em tempo recorde - 1 ano e 5 meses -, em ritmo de Brasília, a monumental obra é inaugurada e aberta à visitação pública. As solenidades oficiais de inauguração tiveram início na ante-véspera, no Campo da Esperança, dia 10, com a exumação dos restos mortais do Presidente.
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O Memorial JK é um museu na cidade de Brasília projetado por Oscar Niemeyer, inaugurado em 12 de setembro de 1981 e dedicado ao ex-presidente brasileiro Juscelino Kubitschek fundador da cidade de Brasília. No local, encontram-se o corpo de JK, diversos pertences, como sua biblioteca pessoal, e fotos tanto dele como de sua esposa Sarah. Apresenta obras projetadas por Athos Bulcão em sua área externa, um vitral desenhado pela artista Marianne Peretti sobre a câmara mortuária e uma escultura de 4,5 metros de autoria de Honório Peçanha.
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Alguns pontos do Memorial devem ser observados, como o enorme tapete arraiolo (ponto da mais tradicional tapeçaria de Minas Gerais, terra natal do ex-presidente Juscelino Kubitschek) e outros tantos espalhados no ambiente. O sistema de alarme infravermelho da biblioteca é poderoso e eficiente. A cripta do túmulo do ex-presidente inspira refletir sobre uma frase dele, registrada num dos painéis que adornam o escritório, no térreo: “Tudo se transforma em alvorada nesta cidade que se abre para o amanhã”.




